sábado, 12 de novembro de 2016

Noroeste argentino em família: a descoberta das "quebradas" mais sensacionais dessa nossa América Latina

Caminhando para o sítio arqueológico Pulcara de Tilcara
Foi curioso viajar 15 dias pelo noroeste da Argentina e encontrar, apenas no último dia, um grupo de brasileiras, no caso três mochileiras. Em todos os outros cantos da Argentina, onde já estivemos  - Patagônia, Buenos Aires, Bariloche, Ushuaia, encontramos/conversamos ou ouvimos aquele burburinho típico de nosotros, brasileiros.


Aprendendo a tirar foto com a GoPro
Outra constatação que fizemos durante essa aventura pelos Andes: em português, existe pouquíssima informação sobre essa parte do mundo, conhecemos muito pouco dessa região tão linda, com rica gastronomia, excelentes vinhos, povo super simpático, cultura e história pra lá de interessante e ainda por um preço muito em conta. 

Ficou a impressão de que o Brasil ainda não descobriu os departamientos (estados) argentinos de Jujuy e Salta.
Deserto de sal - Salares Grandes (Jujuy/Salta)
Como não são muitos brasileiros se aventurando por aquelas bandas, organizar um roteiro para essa viagem não foi muito fácil. 

Então, dando início à nossa séria de posts sobre nossas mais recentes aventuras, vamos fazer um resumo sobre o planejamento de nossa trip. Ao final, deixo uma lista de alguns blogs que visitei e gostei... muitos desses blogs, argentinos.

Dessa vez, nossa viagem ficou restrita a alguns poucos dias (3) em Buenos Aires e aos estados de Jujuy, que faz fronteira com a Bolívia e é caminho à San Pedro de Atacama (Chile) pelo Paso Jama, e Salta, um lugar espetacular, nesses dois últimos estados ficamos mais 15 dias.

Em Jujuy, as principais cidades/povoados são: Humahuaca, Tilcara, Purmamarca; Outros lugares que geralmente são visitados em um bate volta desde algumas dessas cidades são: Iruya, Maimara, Uquia. Passamos também por Huacalera, e tal. Pra conhecer essas quebradas, escolhemos nos hospedar em Tilcara – leia aqui o porquê.
Formações rochosas embelezam o caminho

Em Salta (Estado) as principais cidades/povoados são: Cafayate, Cachi, Santo Antonio de Los Cobres e a capital de mesmo nome; Outros que geralmente são visitados em um bate volta: Molinos, Payogasta. Nessa parte, dividimos nossa hospedagem entre Cafayate, Cachi e a capital Salta, ao longo das postagens você vai entender melhor o porquê.


Salta, la linda - vista do bondinho
Melhor Época para ir:
Nossa viagem ocorreu em outubro/2016 e digo que a melhor época do ano para visitar a região não deve ser nem o verão nem o inverno. 

Chegamos a experimentar o vento e o frio da região e sensação térmica de 1ºC em Tilcara. Em Cachi e Salta, no entanto, passamos um calorão perto de 35º. 

Então, imagina como deve ser o inverno??? Frio, muito frio. Mas, pior ainda deve ser o verão, pois além do calorão, nessa época, a pouca chuva que cai (algumas pessoas de lá nos disseram que chove entre 6 e 8 vezes por verão - mas, não são chuvas comuns, e sim verdadeiras tempestades) pode inviabilizar alguns passeios, como por exemplo, o Tren a las Nubes.


Nosso roteiro ficou assim:

Brasília – Buenos Aires (2 noites)
Buenos Aires – Salta (aluguel do carro)
Salta – Tilcara (4 noites)
Tilcara – Cafayate (4 noites)
Cafayate – Cachi (3 noites
Cachi – Salta (4 noites)
Salta – Buenos Aires (1 noite)
Buenos Aires – Brasília 


Quebrada de Humauaca à direita - parece um longo caminho

Acompanhe aqui todas as postagens de mais essa aventura:


Lista de blogs argentinos onde pesquisamos:


http://elcocoliche.blogspot.com.br/2015/09/dia-6-el-viaje-imposible-cachi-y-salta.html

http://lallamada.net/argentina/unicos-coptaca-y-hornocal.html

http://mundoavolta.com/dicas-tilcara/

http://acrobatadelcamino.com/2014/03/salta-quebrada-de-cafayate-valles-calchaquies-ruta40/





sexta-feira, 11 de novembro de 2016

A inesquecível Quebrada de Humahuaca - Jujuy, noroeste da Argentina (com música)


Quebrada de Humauaca

 Trilha sonora para ler esse post: 
“Carnavalito” 


Quebrada de Humauaca à esquerda e Tilcara na parte de baixo, à direita

Quando você viaja para um lugar novo, aprende muitas coisas diferentes. Além da paisagem espetacular, o Noroeste Argentino reserva um sem número de expressões novas em castelhano. São tantas palavras novas pelo Noroeste Argentino que, para entender tudo, precisaríamos de dicionários. 


Paleta del Pintor, Quebrada de Humauaca

Uma das palavras que mais nos marcou foi Quebrada – a nossa quebrada aqui não tem nada a ver com a quebrada de lá.
Quebrada indo pro sul

Quebrada, no norte da Argentina, é um longo vale profundo com uma imensa quantidade de montanhas coloridas ao redor.

A Quebrada de Humahuaca é uma das quebradas mais legais dessa região. Tem cerca de 155 km, orientado no sentido norte-sul. Parece um longo caminho, geralmente com um estreito rio durante a seca que se transforma num imenso e caudaloso rio durante a época das chuvas.
Nosotros na Quebrada

Desde muito antes dos incas chegarem à região, a Quebrada de Humahuaca foi um importante ponto de comunicação econômica, social e cultural. A região é habitada há mais de 10 mil anos. No século XV, foi uma rota de caravanas para o Império Inca. 

Depois, tornou-se importante para a ligação entre o Vice-reino do Rio da Prata e o Vice-Reino do Peru, além de ter sido palco para algumas das batalhas da Guerra da Independência Argentina.
Mais cores

Pois é, a Quebrada de Humahuaca é tudo isso aí, e mais: em várias partes, está cercada por uma combinação de montanhas coloridas que parece que você está diante de um efeito especial o tempo todo.


Montanhas coloridas


Leia mais: 




4º dia - Povoados do norte de Jujuy: Uquia, Huacalera, Humahuaca e a bela Cerranía Hornocal





San Francisco Solano y su bendición al medio dia

Na igreja de Uquia, quadros-relíquia: Los Ángeles Arcabuceros
Em busca da benção de San Francisco Solano e do brilho do incrível e insuperável Cerro de los 14 Colores, fomos conhecer os povoados mais ao norte da Quebrada de Humahuaca, no departamento de Jujuy, noroeste argentino.

Estávamos de carro, e aproveitamos a oportunidade desse quarto dia em Jujuy para conhecer vários povoados no caminho.

Passamos pelo povoado de Uquía e paramos para apreciar as belas obras de arte que estão dispostas na não menos bela igreja da cidade.

A igreja San Francisco de Paula, em Uquía, foi construída no século XVII, por volta de 1690. Dentro, você vai encontrar uma preciosidade: uma série de 8 quadros que representam anjos trajados para a guerra. São obras que datam do período de construção da igreja e que, segundo nos informou a senhora que cuidava do local quando estivemos lá, fazem parte da escola cuzqueña de arte.

Na pequeníssima praça em frente à igreja (creio que em todas as praças dessa região), há uma pequena feira de artesanato com toda aquela arte típica e colorida dos Andes.

Recomendo sempre dar uma olhada e, se gostar de alguma coisa, não deixe passar a oportunidade, pois fora da Quebrada de Humauaca os preços desses artesanatos são bem, beeeemmm mais caros.

Antes de Uquia, passamos por Huacalera e pelo trópico de capricórnio (isso mesmo, o trópico corta essa região bem aqui) e eram tão singelos quase nem os percebemos e nem paramos.


Cabildo de Humauaca
Já na cidade de Humahuaca, tínhamos o compromisso de às 12h em ponto estar na praça que fica em frente ao cabildo (prefeitura), para receber às bençãos de San Francisco Solano. E cumprimos com nossa meta! Às 12h estávamos lá quando o santo de madeira, apareceu e por 90 segundos abençoou toda aquela multidão que esperava por sua graça.


A magnífica Cerranía Hornocal - Cerro de los 14 colores!
Abençoados, passeamos ali por perto, olhamos os artesanatos (que estavam mais caros do que nas vilas pelas quais tínhamos passado), visitamos o monumento aos heróis da independência argentina que lutaram naquela região e almoçamos muitíssmo bem em um restaurante local, que servia uma língua picante deliciosa!
Muito vento a 4.350 metros de altitude

Como já estávamos devidamente abençoados, descansados e de pança cheia, seguimos em direção à fantástica Cerranía Hornocal. São alguns quilômetros, percorridos em pouco menos de 1h por uma estrada de terra.

Não é difícil chegar até ao mirante: logo depois da ponte, virar à esquerda e seguir as placas. Se tiver com o tempo bom, sem chuva, é possível ir em carro comum. Maltrata um pouco o carro, mas...vale muito a pena!


Duninha sofreu com o vento e o frio
Lá em cima, bem lá no alto, a 4.350 metros de altitude, o visual é tão exuberante que é difícil parar de contemplar! Mesmo com o frio e o vento. Ressalto: muito vento e muito frio. Leve agasalhos. Se tiver um corta-vento, leve-o. Luvas, gorro, leve tudo.


Uhuuuu!!!!

Em outubro, em todas as cidades da Quebrada de Humahuaca, pegamos muito frio (sensação de 1ºC) na parte da noite, principalmente, com muito vento. Alguns dias, também fez muito calor. Então, é bom estar preparado para essas variações térmicas, ora frio, ora calor. Sempre levar para os passeios muita água, um lanche, um casaco e protetor solar.


Uhuuuuuu 2!
Na volta para Tilcara, bateu aquele clima de fim de festa na Quebrada, pois no dia seguinte rumaríamos para Cafayate, e para comemorar: Peña de Carlitossss!!! Mas era terça-feira. E terça eles não abrem! :(

Fomos então ao super bem indicado restaurante El Patio de Tilcara. Infelizmente, não foi o que esperávamos. Foi a única comida mais ou menos da viagem, então, não indico.



Nóis na estrada!

Leia mais: 


3º dia - Norte da Argentina: como ir até as Salinas Grandes, ao Cierro de los Siete Colores e compartilhar da grandeza da Pachamama



3º dia – Purmamarca – Cierro de los Siete Colores – 
Cuesta del Lipán – Salinas Grandes – Paseo de los Colorados




Cierro de Los Siete Colores, com a cidade de Purmamarca no pé da montanha

Terceiro dia no departamiento de Jujuy, norte da Argentina: um belo e longo dia pela frente! Saindo de Tilcara, estivemos primeiro na cidade de Purmamarca, que está a 30 km de Tilcara e muitas vezes é usada como base para fazer os demais passeios pela região.

Queríamos admirar as cores de mais uma montanha colorida, e logo pela manhã o brilho do Cierro de los Siete Colores é incrível já desde a estrada. Há um mirante no alto de uma montanha que fica em frente a cidade, talvez a melhor vista seja de lá.


É bem no alto!
A cidade de Purmamarca é bem bonitinha e o cerro fica por trás, logo atrás. Depois de apreciar um pouquinho a cidade, continuamos nosso caminho para as Salinas Grandes, o deserto de sal que fica na divisa de Jujuy com Salta.


Cuesta de Lipán: diacho de estrada cumprida...é bonito demais!


Tá vendo esse branco no fundo? São as Salinas Grandes
Pelo caminho é sempre a mesmíssima coisa: lindas, coloridas e imponentes montanhas. E ainda tinha o diferencial de curtir a Cuesta de Lipán – trecho bem sinuoso e de uma beleza assombrosa, que chega a mais de 4.000 metros de altitude.

É possível, quase obrigatório fazer muitas paradas para curtir o visual, mas fica aqui o alerta: é preciso ter muito cuidado na direção, pois as curvas estão literalmente à beira de vários precipícios. São cerca de 60 km entre Purmamarca e Salinas Grandes.

Importante dizer que não sentimos, praticamente, o mal da altitude. Chupamos balinhas de coca, mascamos as folhas, bebemos o chá e foi tudo tranquilo. Quem fica com dor de cabeça ou outros sintomas, pode tomar aspirinas, que ajudam a diminuir o mal estar.

No deserto de sal, tentando umas fotos legais

Depois de 60km, chegamos à Salinas Grandes... uauuu!!!! A estrada passa no meio do salar e, por isso mesmo, a parte mais próxima da pista fica meio suja.

O deserto de sal da Argentina não é tão clarinho quanto àqueles das fotos de salares na Bolívia, por exemplo. Mas, é lindo! E mesmo não sendo claro como a neve, leve seus óculos escuros, peça fundamental.

Levamos acessórios (leia-se: os brinquedos da Duna) para tirar aquelas fotos malucas, mas não acertamos muito, estava ventando demais!


Olha a onça!

Há a opção, que considero imperdível, de fazer um passeio até os ojos del salar, por apenas 200 pesos. O passeio é com um guia local, geralmente um indígena que vive na região. Nossa guia era um pouco tímida, mas foi ótima. Nos contou algumas histórias, inclusive sobre a possibilidade de o governo da Argentina vender o salar para empresas asiáticas que pretendem explorar as reservas de lítio no local.

Infelizmente, tal decisão pode acabar com o salar. A exploração do lítio contamina tanto o sal quanto a água e as famílias que sobrevivem da exploração do sal que é retirado artesanalmente das Salinas Grandes vai perder mais essa para a ganância do capitalismo.


Ojos del Salar
Voltando...Os ojos del salar são piscinas naturais de água  transparente e salgada que estão por todo o salar.... é um passeio guiado, por vários motivos, que o guia te explica durante o tour.

O visual é intrigante.

As piscinas super azuis no meio de um salar, entre montanhas que circundam as salinas, baixo um céu de brigadeiro, é um cenário que merece muito ser visitado.

A guia nos explicou que quanto mais pro final da tarde, mais vento. Então recomendo fazer o passeio entre 12h e 15h. Ótimo que saindo de lá umas 15h dará tempo suficiente pra chegar em Purmamarca e fazer o Paseo de los Colorados.




Love no sal!


Ojos del Salar
De volta a Purmamarca, estivemos na feirinha de artesanato e fizemos o Paseo de Los Colorados – que consiste em dar uma volta em torno do Cerro de los Siete Colores.





É muito lindo também, e melhor ser apreciado na parte da tarde, por conta da incidência solar. O passeio pode ser feito à pé ou de carro. É uma boa caminhada.



Depois, no finalzinho de tarde aproveitar para caminhar pela linda Purmamarca, por sua praça, talvez comprar uma lembrança na feira de artesanato.



Para a noite, programamos ir à Peña de Carlitos, claro! Mas acabamos nos atrasando e chegamos à peña só 20h30 e já estava lotado!! Fomos então, por recomendação da pousada, ao restaurante Chuska e aproveitamos muito a boa comida. Depois contamos mais!

Leia mais: 




2º dia - Pucará de Tilcara: a Machu Picchu Argentina

Pirâmide em homenagem às pessoas que reconstruíram o lugar
Vegetação típica, os cardones

No segundo dia em Tilcara, ficamos pela cidade para sentir o clima, nos acostumar com a altitude, conhecer o sítio arqueológico Pucará de Tilcara e também uma famosa cachoeira chamada la Garganta del Diablo.


E, claro, reservamos uma parte do dia para provar a deliciosa comida  regional. Na parte da manhã, experimentamos deliciosas empanadas vendidas no mercado local. Almoçamos na Peña de Carlitos e no final da tarde, passamos pelo povoado de Maimara para ver a Paleta del Pintor – uma cadeia de montanhas coloridas que é incrível, outro efeito especial da região.

Duna explorando as casas

Fomos ao sítio arqueológio Pucará de Tilcara, uma fortaleza inca, bem legal de ser visitado, com um belo visual e bastante história. 

Li em alguns blogs que a Pucará de Tilcara era como uma Machu Picchu do argentinos, mas, para quem já esteve na cidade sagrada dos incas, essa comparação nos leva a esperar muito mais do que o lugar pode nos oferecer.



Pátio do sacrifício virou o pátio das brincadeiras

As ruínas dessa fortaleza - Pucará, na língua quéchua significa fortaleza - foram reconstruídas para que o visitante pudesse ter a real dimensão de como era no período da conquista inca, antes da chegada dos espanhóis na região.

Duninha modelando



A Pucará de Tilcara fica bem no alto de uma montanha (a atual cidade de Tilcara fica bem no pé dessa montanha) com vista panorâmica privilegiada, fundamental para que os tilcaras - e depois os conquistadores incas - avistassem de longe os exércitos inimigos.  



O sítio arqueológico
Por toda a fortaleza reconstruída, as construções são de pedra, com telhados de palha e barro, os materiais que existiam na região. Cada casa, curral ou local de cerimônia é interconectado por pequenos caminhos, o que dá a impressão de uma cidade/fortaleza mesmo.

Trilha que leva até à garganta do Diabo
As casas localizadas mais no alto da Pucará são maiores, pois eram destinadas aos chefes e religiosos da comunidade. Lá do alto dessa fortaleza, é possível ter a real noção do tamanho da Quebrada de Humahuaca.



A imponente cachoeira 
Depois de passear bastante pela fortaleza dos Tilcaras, fomos à Garganta del Diablo, uma espécie de cânion localizado bem próximo da cidade de Tilcara (tanto que os mais aventureiros fazem à pé uma trilha de +/- 7km até lá). 


Cabana na entrada para a Garganta del Diablo
Nós, incluo a nossa pequena de 3 anos, fomos de carro, subindo uma montanha até chegarmos à 2.800 metros de altitude. Tilcara está à 2300 metros de altitude. 

Lá em cima venta muuito (leve agasalho e/ou cortavento) e há uma cabaninha onde um senhor cobra alguns poucos pesos para acessarmos a trilha. 





A cidade de Tilcara, vista do alto





A trilha é tranquila. Uma pequena parte, no início, é bem íngreme depois vamos seguindo um riacho, por dentro do cânion até chegar a uma cachoeira! Leve muita água e frutas/lanches.



Voltamos pra Tilcara, umas 15h, estava tudo praticamente fechado, mas a Peña de Carlitos nos salvou e desfrutamos de um almoço delicioso (locro e cazuela de cabrito). A Peña de Carlitos é um espetáculo a parte em Tilcara.



Super satisfeitos fomos ainda passear por Maimara e observar a Paleta del Pintor de vários ângulos. 

As montanhas são lindas, parece um efeito especial!! 

Em Maimara há uma finca produtora de vinho e outra que produz cerveja artesanal. Não fomos em nenhuma e não vimos muita coisa interessante pelo povoado. E o melhor ponto para visualizar a Paleta del Pintor foi da autopista, parando em vários “mirantes”.

À noite em Tilcara o encontro foi novamente na Peña de Carlitos, que ganhou esse post especial.

Um lindo cacto num dia de sol

Acompanhe aqui todas as postagens de mais essa aventura: