sexta-feira, 11 de novembro de 2016

2º dia - Pucará de Tilcara: a Machu Picchu Argentina

Pirâmide em homenagem às pessoas que reconstruíram o lugar
Vegetação típica, os cardones

No segundo dia em Tilcara, ficamos pela cidade para sentir o clima, nos acostumar com a altitude, conhecer o sítio arqueológico Pucará de Tilcara e também uma famosa cachoeira chamada la Garganta del Diablo.


E, claro, reservamos uma parte do dia para provar a deliciosa comida  regional. Na parte da manhã, experimentamos deliciosas empanadas vendidas no mercado local. Almoçamos na Peña de Carlitos e no final da tarde, passamos pelo povoado de Maimara para ver a Paleta del Pintor – uma cadeia de montanhas coloridas que é incrível, outro efeito especial da região.

Duna explorando as casas

Fomos ao sítio arqueológio Pucará de Tilcara, uma fortaleza inca, bem legal de ser visitado, com um belo visual e bastante história. 

Li em alguns blogs que a Pucará de Tilcara era como uma Machu Picchu do argentinos, mas, para quem já esteve na cidade sagrada dos incas, essa comparação nos leva a esperar muito mais do que o lugar pode nos oferecer.



Pátio do sacrifício virou o pátio das brincadeiras

As ruínas dessa fortaleza - Pucará, na língua quéchua significa fortaleza - foram reconstruídas para que o visitante pudesse ter a real dimensão de como era no período da conquista inca, antes da chegada dos espanhóis na região.

Duninha modelando



A Pucará de Tilcara fica bem no alto de uma montanha (a atual cidade de Tilcara fica bem no pé dessa montanha) com vista panorâmica privilegiada, fundamental para que os tilcaras - e depois os conquistadores incas - avistassem de longe os exércitos inimigos.  



O sítio arqueológico
Por toda a fortaleza reconstruída, as construções são de pedra, com telhados de palha e barro, os materiais que existiam na região. Cada casa, curral ou local de cerimônia é interconectado por pequenos caminhos, o que dá a impressão de uma cidade/fortaleza mesmo.

Trilha que leva até à garganta do Diabo
As casas localizadas mais no alto da Pucará são maiores, pois eram destinadas aos chefes e religiosos da comunidade. Lá do alto dessa fortaleza, é possível ter a real noção do tamanho da Quebrada de Humahuaca.



A imponente cachoeira 
Depois de passear bastante pela fortaleza dos Tilcaras, fomos à Garganta del Diablo, uma espécie de cânion localizado bem próximo da cidade de Tilcara (tanto que os mais aventureiros fazem à pé uma trilha de +/- 7km até lá). 


Cabana na entrada para a Garganta del Diablo
Nós, incluo a nossa pequena de 3 anos, fomos de carro, subindo uma montanha até chegarmos à 2.800 metros de altitude. Tilcara está à 2300 metros de altitude. 

Lá em cima venta muuito (leve agasalho e/ou cortavento) e há uma cabaninha onde um senhor cobra alguns poucos pesos para acessarmos a trilha. 





A cidade de Tilcara, vista do alto





A trilha é tranquila. Uma pequena parte, no início, é bem íngreme depois vamos seguindo um riacho, por dentro do cânion até chegar a uma cachoeira! Leve muita água e frutas/lanches.



Voltamos pra Tilcara, umas 15h, estava tudo praticamente fechado, mas a Peña de Carlitos nos salvou e desfrutamos de um almoço delicioso (locro e cazuela de cabrito). A Peña de Carlitos é um espetáculo a parte em Tilcara.



Super satisfeitos fomos ainda passear por Maimara e observar a Paleta del Pintor de vários ângulos. 

As montanhas são lindas, parece um efeito especial!! 

Em Maimara há uma finca produtora de vinho e outra que produz cerveja artesanal. Não fomos em nenhuma e não vimos muita coisa interessante pelo povoado. E o melhor ponto para visualizar a Paleta del Pintor foi da autopista, parando em vários “mirantes”.

À noite em Tilcara o encontro foi novamente na Peña de Carlitos, que ganhou esse post especial.

Um lindo cacto num dia de sol

Acompanhe aqui todas as postagens de mais essa aventura:

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